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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Relembrando as bandas: Firehouse


O Firehouse surgiu no final dos anos 80 em meio à onda do hard rock americano, o chamado "glam metal". Com um visual menos carregado que as bandas glam, porém com a mesma temática nas letras e no som, o Firehouse lançou seu primeiro álbum homônimo em 1990. Este álbum contém os hits "Don´t Treat Me Bad" e "Love of a Lifetime", campeãs de execução nas rádios e na MTV. O vocalista da banda, CJ Snare, se destacava pelo seu grande alcance vocal. A banda já ocupava lugar de destaque no cenário pop metal.
No ano seguinte, em 1991, lançam "Hold Your Fire", uma espécie de continuação do primeiro álbum devido à semelhança musical. As músicas "Reach For the Sky", Sleep With You" e "When I Look Into Your Eyes" foram hits nos EUA e na Europa, elevando ainda mais o status da banda. Notava-se no Firehouse um peso intenso na guitarra, que era amenizado pelas melodias pop e pelo vocal de CJ Snare.
Chegou o grunge e com ele o final da alegria e do visual colorido do hard rock. Mas o Firehouse não se deu por vencido e depois de muita luta não se rendeu ao grunge e lançou, em 1995, o seu álbum "Firehouse 3". Enquanto as bandas de hard como Warrant, Danger Danger e Motley Crue  seguiam o grunge com trabalhos patéticos, o Firehouse apostou no velho e bom hard rock, agora com mais pitadas de pop e baladas. Menos peso nas guitarras e mais trabalho com as melodias marcaram o álbum, que teve o hit "I Live My Life For You", linda balada.
Depois disso, a banda acabou, voltando em 2000, em meio ao revival do hard rock oitentista com o álbum "O2". Uma volta às guitarras poderosas e às melodias pop. Muito rock, algumas baladas e alegria de sobra.


Fonte: www.whiplash.net

sexta-feira, 29 de março de 2013

Relembrando as bandas - The Kinks


The Kinks foi uma banda de rock britânica formada em Muswell Hill, Londres, pelos irmãos Ray e Dave Davies em
1964. Categorizados nos Estados Unidos como uma banda da Invasão Britânica, os Kinks são reconhecidos como um dos mais importantes e influentes grupos de rock de sua geração. Sua música surgiu a partir de influências de vários estilos musicais, incluindo rhythm and blues, music hall britânica, folk e country.

Ray Davies (vocais, guitarra rítmica) e Dave Davies (guitarra base, vocais) permaneceram como os únicos integrantes originais durante os 32 anos de carreira do grupo. Os outros dois membros fundadores, Peter Quaife (baixo, vocais) e Mick Avory (bateria, percussão) foram substituídos respectivamente por John Dalton em 1969 e Bob Henrit em 1984. Dalton por sua vez foi substituído por Jim Rodford em 1978. O tecladista Nicky Hopkins acompanhou a banda durante suas sessões de gravação em meados da década de 1960. Posteriormente vários tecladistas, incluindo John Gosling e Ian Gibbons, se tornaram integrantes oficiais.

O The Kinks alçou fama em 1964 com seu terceiro single, "You Really Got Me", escrito por Ray Davies. Ele se tornou um sucesso internacional, chegando ao topo das paradas no Reino Unido e entrando no Top 10 nos Estados Unidos. Entre meados dos anos 60 e começo dos 70, o grupo lançou diversos singles e LPs bem-sucedidos comercialmente e aclamados pela crítica especializada, conquistando sua reputação por canções e álbuns conceituais que retratavam a cultura e o estilo de vida britânico, impulsionados pelo estilo observador das composições de Ray Davies.

Álbuns como Face to Face, Something Else by The Kinks, The Kinks Are the Village Green Preservation Society, Arthur, Lola Versus Powerman and the Moneygoround, Muswell Hillbillies, juntamente com seus respectivos singles, são citados entre as gravações mais influentes de sua época. Os álbuns subsequentes, mantendo o estilo conceitual mas seguindo numa direção mais teatral, não alcançaram tanto sucesso, mas a banda experimentou um revival durante a New wave, quando grupos como The Jam, The Knack e The Pretenders gravaram versões de suas músicas e ajudaram a impulsionar a venda de discos dos Kinks. Na década de 1990, músicos de Britpop como Blur e Oasis citaram a banda como uma de suas principais influências.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Relembrando as bandas - Faith no More


Bill e Roddy eram vizinhos, costumavam sair juntos pra brincar, estudavam na mesma escola. Assim, seria fácil perceber que os dois tinham começado uma forte amizade, e que claro, formariam uma banda.

Em 1977, começava a estourar a cena punk no mundo todo, The Clash e Sex Pistols: nascia naquele momento o punk da Inglaterra, onde o que mais importava era ter atitude e o som não importava muito, já aos 15 anos de idade os dois garotos já frequentavam shows de bandas punk em L.A.

E adivinhem só: o primeiro LP de punk de Robby foi roubado por ele em uma loja de discos. O disco era de uma banda chamada SPARKS.

Bill tinha muito interesse musical e logo formou sua banda: o The Animated (Billy, e um cara maluco que era o tecladista da banda: Chuck Mosely). The Animated, continuou por mais 3 anos. Mas apenas Billy levava a banda a sério, enquanto Bill se empenhava na banda, fazendo viagens para divulgar seu trabalho. Seu amigo Roddy Bottum, estava mesmo interessado por qual faculdade iria cursar, pois na época ele não tinha interesse em tocar em banda alguma.

Chuck nunca foi interressado em nada, queria mesmo era ser feliz, beber, se drogar e outras coisas mais. Assim, Bill desistiu da ideia de continuar com a banda. Então, Bill e Robby se mudaram para San Francisco, para estudar.

Depois de muito estudo em San Francisco, em 1982, Billy consegue montar uma banda, que inicialmente se chamava Sharp Young Men, mas logo depois veio a se chamar Faith no Man. Eles acabaram trocando o nome por que queriam algo mais "obscuro". Na banda havia: Billy Gould, Puffy Bordin, Wade Worthington e Mike "The Man" Morris, que era o guitarrista e líder da banda. Mais tarde, Worthington saiu do grupo e Bill teve que chamar seu amigo Roddy pra ocupar seu lugar, Bill sabia que Roddy teve aulas de piano durante quase toda a infância e parte da adolescência.

Logo depois de sua entrada, Roddy, Bill e Puffy perceberam que não iria dar certo, Morris era do tipo que quer tudo do seu jeito. Não demorou muito e os 3 saíram da banda.

Em 1983, saíram da banda e formaram o Faith no More. Chuck estava nos vocais e faltava agora arranjar um guitarrista. No ano de 1984, o FNM resolve voltar para San Francisco e acham um guitarrista: Mark Bown. Ele não se deu bem e foi mandado embora. Estavam sem guitarrista e Chuck, como sempre, não estava nem aí, a situação da banda não estava fácil.

O final foi dado após uma Jam, em San Francisco. A banda estava formada por: Jim Martin, Cliff Burton, Bill Gould e Puffy e foi batizada de The ChickenFuckers. O show foi muito bom, e Jim Martin resolveu entrar para o FNM. Agora a banda estava formada.

Fizeram uma turnê após lançar seu primeiro album: We Care A Lot.

Em 1987 o FNM, grava seu segundo album: o Introduce Yourself.

Chega o ano de 1988 e a situação na banda está piorando. Billy, a cada dia que passa, sente mais raiva de Chuck, assim como Puffy. Jim Martin também não está nada satisfeito com a situação e Roddy não demonstra muita preocupação com o assunto. Billy ameaçou sair da banda e ainda por cima resolveu dar umas palmadas em Chuc. Como a situação estava feia, o grupo se reuniu e decidiu tirar Chuck do grupo. Com a saída dele, o FNM precisava de um vocalista novo.

Patton fez testes e não demorou muito para fazer parte do FNM. Finalmente o grupo botou a mão na massa. As músicas do álbum já estavam prontas, faltando apenas as letras,que posteriormente foram escritas por Patton. Gravaram o Cd no inicio de 1989.

Depois de muito sucesso, o FNM termina o melhor ano de sua carreira aclamado como a banda do ano, gravando músicas pra filme, tocando Epic na Mtv, e ,pra finalizar, tocam com o Ozzy Osbourne. Um perfeito fim.

A banda encerrou as atividades em 1998, mas retornou em 2009