Raymond Edward "Eddie" Cochran (2 de outubro de 1938 - 17 de abril, 1960 ) foi um americano músico de rock and roll e uma influência importante na música popular durante a década de 1950 e início dos anos 1960.
Ele teve aulas de música na escola, mas deixou a banda para tocar bateria. Além disso, ao invés de ter aulas de piano, ele começou a aprender violão, tocando a música country ouvida no rádio. Em 1955, a família Cochran mudou-se para Bell Gardens, Califórnia. Com sua guitarra, ele formou uma banda com dois amigos de sua escola secundária. Durante um show com muitos artistas em um salão da Legião Americana, ele conheceu Hank Cochram (mais tarde, um compositor de música country).
Embora sem parentesco, eles gravaram como "The Cochran Brothers" e começaram a atuar juntos. Eddie Cochran também trabalhou como músico de sessão, e começou a escrever canções, fazendo uma "demo" com Jerry Capehart, o seu gerente no futuro.
Ao tocar com Hank Cochram, Eddie Cochran tocou uma guiterra Gibson acústica, com um único corte florentina. Esta guitarra apresentava um par de captadores Gibson P90, às vezes chamado de "pickups" devido à sua forma da orelha do cão. Mais tarde, Cochran mudou para uma 1956 6120 Chet Gretsch Atkins modelo ocidental, que Eddie tinha modificado. Ele substituiu a posição do pescoço da pickup Armond Dynasonic por um pickup preto P-90 Gibson coberto. Ele também usou guitarras acústicas Martin.
Em 1956, Boris Petroff perguntou a Cochran se ele iria aparecer na comédia musical "The Girl Can't Help It". Ele aceitou e cantou uma canção chamada "Twenty Flight Rock" no filme. No entanto, seu hit mais famoso, "Summertime Blues" (co-escrito com Jerry Capehart), foi uma influência importante sobre a música no final dos anos 1950, tanto liricamente e musicalmente. (A canção, lançada em Liberty gravação # 55144, charted # 8 em 25 de agosto de 1958.) Breve carreira de Cochran incluído apenas um pouco mais hits, como "C'mon Everybody", "Somethin 'Else", "My Way" , "Weekend", "Teenage Heaven" "Sentado na Varanda", "Três Estrelas", "Nervous Breakdown", e seu número UK póstumo um sucesso "Three Steps to Heaven". Em 1959, ele apoiou Skeets McDonald nos estúdios da Columbia para "You Oughta See Grandma Rock" and "Heart Breaking Mama."
No sábado, 16 de abril de 1960, enquanto estava em turnê no Reino Unido, com 21 anos, Cochran morreu em um acidente de trânsito com um táxi viajando por Chippenham, Wiltshire. O táxi bateu em um poste de luz em Rowden Hill, onde uma placa agora faz alusão ao evento (nenhum outro carro foi envolvido). Cochran foi lançado através do pára-brisas, sofreu ferimentos graves na cabeça e foi levado para o Hospital St. Martin's, mas morreu às 4:10 h do dia seguinte. A letrista Sharon Sheeley e o cantor Gene Vincent sobreviveram ao acidente.
Fonte: www.letras.com.br
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Os guitarristas mais influentes
Listas são sempre polêmicas, mas essa daqui eu tive que assinar embaixo, até por que as justificativas são ótimas para colocar tal e tal pessoa na relação!
7 - TONY IOMMI
No documentário “A Headbanger´s Jouney”, ROB ZOMBIE disse que todo riff de metal sobre a face da terra já tinha sido inventado por TONY IOMMI - segundo ele, todos os outros eram variações daqueles primeiros. Nada mais verdadeiro: com a introdução do trítono feita pelo guitarrista inglês ele não só compôs obras de arte como “Black Sabbath” “Symptom Of The Universe (alguns dizem, o primeiro thrash da história”), “como alimentou” MUSTAINE, KERRY KING, HETFIELD - enfim, você toca heavy metal? Então você também.
6- CHUCK BERRY
Nada mais notório - se não fosse por esse cidadão, essa lista nem existiria. Com influências de T-BONE WALKER, MUDDY WATERS e country music, BERRY criou a primeira indústria de riffs clássicos da história, tocando uma versão turbinada do blues de Chicago - chamado de rock n´roll. Colocando sua guitarra à frente do som, transformou-a em um instrumento solista, fundindo sua incendiária postura de palco a riffs da categoria de “Johnny B. Good” e “Sweet Little Sixteen”. KEITH RICHARDS, PETE TOWNSHEND, JOHN LENNON entre muitos outros, beberam direto dessa fonte.
5 - JEFF BECK
No quesito influência, JEFF BECK fez toda a diferença. Nas várias fases de sua carreira, BECK passeou entre o blues, o fusion e o rock rasgado e visceral com igual maestria. Sua técnica de alavanca e controle manual de volume fez a alegria de STEVE VAI, SATRIANI e companhia. Seu incrível controle dos dedos - ele não usa palheta - é influência notória na abordagem que MARK KNOPFLER (que também resgatou isso de gente do calibre de CHET ATKINS). “Blow By Blow”, seu mais notório trabalho, foi elogiado por todo mundo - de BRIAN MAY a FRANK ZAPPA. Precisa mais?
4 - JIMMY PAGE
“Ele compunha, tocava, produzia as músicas- não consigo pensar em outro guitarrista desde LES PAUL que possa reivindicar algo parecido”. Essa afirmação partiu de JOE PERRY ao resenhar sobre JIMMY PAGE para a Rolling Stone (fevereiro de 2012). PAGE se deu ao luxo de fazer todas as experimentações possíveis em estúdio: slides desgovernados, efeitos em camadas, tocar com arco de violino, etc, etc. Além disso, seus riffs mudaram a história da LES PAUL fazendo gente do gabarito de JOE PERRY, SLASH, JOE BONAMASSA forjar o próprio caminho no instrumento.
3 - RITCHIE BLACKMORE
Quando fiquei sabendo que o SLAYER tinha começado tocando covers do DEEP PURPLE quase não acreditei. Essa é a grande característica dos gênios: fornecer a matéria prima para toda “explosão cósmica” que venha depois. BLACKMORE fundiu o blues cru de BUDDY GUY com a técnica clássica, os arpejos, o pensamento modal - tudo o que a gente adora - e construiu um espólio que conta com composições que vão de MALMSTEEN a RANDY RHOADS, de VINNIE MOORE a KIRK HAMMETT. Só.
2 - EDDIE VAN HALEN
Muitos críticos de Rock and Roll não deram bola para “Eruption” no ano de seu lançamento porque acharam que aquilo era um truque de estúdio - tocado por uma máquina ou algo do gênero. Tocando de uma forma quase intuitiva - influenciado fortemente por ERIC CLAPTON - EDDIE subverteu o blues, turbinando-o com tappings, alavancadas radicais e harmônicos artificiais. Contribuiu decisivamente para a criação da ponte Floyd Rose (que todo mundo usa ou usou depois), popularizou o efeito flanger, inventou técnicas de potencialização dos som e eliminação de microfonia e ainda tinha tempo para beber, pegar um monte de mulher e brigar com LEE ROTH nas horas vagas.
1 - JIMI HENDRIX
É provável que daqui a mil anos essa lista continue sendo encabeçada por esse indivíduo. Por quê? Hendrix criou riffs memoráveis( “Highway Chile”, “If Six Was Nine”), colocou a microfonia a seu serviço (“Foxy Lady”), quase quebrou a alavanca no meio (“Star Spangled Banner”- o hino nacional americano!), misturou o rock e o funk (“Crosstown Traffic’), tronou o wah-wah uma marca registrada no rock (“Voodo Child”) fazia solos com ligados, solava com a boca, botou fogo na guitarra - e só viveu vinte e sete anos!!! E morreu há quarenta e dois!!!!
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